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Banana que iria para o lixo vira amido que pode abastecer a indústria | G1

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"title": "Banana Descartada: Como Frutas que Iriam para o Lixo Viram Amido Industrial, Geram Renda Extra e Combatem o Desperdício no Espírito Santo",
"subtitle": "Um estudo inovador no Espírito Santo transforma bananas rejeitadas em amido de alto valor, abrindo portas para a indústria, garantindo mais mil reais mensais para produtores e fortalecendo a economia local.",
"content_html": "<h2>Desperdício Zero: A Revolução do Amido de Banana que Impulsiona a Indústria e o Agronegócio Capixaba</h2><p>O Brasil, um dos maiores produtores de banana do mundo, enfrenta um desafio significativo: o desperdício de frutas que não chegam à mesa do consumidor. No Espírito Santo, um estudo promissor surge como uma solução para esse problema, transformando bananas que seriam descartadas em um valioso amido industrial.</p><p>Essa iniciativa não só combate o desperdício, mas também promete gerar uma nova fonte de renda para milhares de produtores rurais, impulsionando a economia e a sustentabilidade no estado. As informações são do g1, que destacou o potencial dessa pesquisa inovadora.</p><p>A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) em parceria com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), visa criar uma nova cadeia produtiva a partir do reaproveitamento do fruto, que hoje tem cerca de 10% da colheita desperdiçada.</p><h3>A Solução Inovadora para o Desperdício de Banana</h3><p>O estudo do Ifes e Incaper é um marco para o agronegócio, pois visa aproveitar as bananas que, por não atenderem aos padrões estéticos do mercado ou por excesso de produção, acabam virando adubo ou simplesmente sendo descartadas. Essa prática comum resulta em uma perda considerável para os agricultores e para o meio ambiente.</p><p>A proposta é simples e eficaz: transformar essas frutas em farinha ou <b>amido de banana</b>, um produto com alto potencial de uso industrial. Segundo Alciro Lazzarini, extensionista do Incaper, <b>“O impacto seria enorme porque essas bananas que hoje viram adubo, poderiam ser aproveitadas na produção de farinha ou amido, reduzindo o desperdício”</b>, explicou o especialista.</p><p>Essa transformação não apenas reduz o descarte, mas também agrega valor a um produto que antes não tinha destino, abrindo novas perspectivas para a sustentabilidade da cultura da banana no estado.</p><h3>Potencial Econômico: Renda Extra e Estabilidade para Agricultores</h3><p>O <b>amido de banana</b> produzido a partir das frutas descartadas pode abrir um novo e promissor mercado para a indústria, gerando empregos e, principalmente, renda extra para os agricultores. Lazzarini estima que, considerando uma perda média de 10% da produção, essa iniciativa poderia significar <b>até mil reais a mais por mês para cada produtor</b>.</p><p>Além do aumento da renda, a entrada da indústria nesse novo setor ajudaria a regular os preços do mercado, oferecendo maior estabilidade aos produtores de banana. Essa nova cadeia produtiva não só valoriza o trabalho do campo, mas também cria um ciclo virtuoso de produção e consumo.</p><p>A perspectiva de ter empresas gerando empregos e renda a partir de um produto que antes era considerado lixo é um incentivo poderoso para o desenvolvimento rural e industrial do Espírito Santo, demonstrando o vasto potencial do <b>reaproveitamento da banana</b>.</p><h3>Espírito Santo: Gigante na Produção de Banana</h3><p>O Espírito Santo se destaca como um dos maiores produtores de banana do Brasil, com colheita durante todo o ano. A fruta é cultivada em 75 dos 78 municípios capixabas, totalizando 28.600 hectares plantados e uma produção média anual de 400 mil toneladas, conforme dados do Incaper.</p><p>Alfredo Chaves, na Região Serrana, é o município campeão em produção, ultrapassando 44 toneladas por ano em uma área de 3.200 hectares. A maior parte dessa produção vem da agricultura familiar, como a do senhor Antônio Carlos Petri, que cultiva banana-prata há muitos anos.</p><p>Seu Antônio Carlos expressa o carinho pela cultura: <b>“A cultura da banana é tradicional aqui no município. A gente tem um carinho especial porque ela distribui renda o ano todo. Banana é muito importante para nós”</b>, afirmou o produtor. Ele, inclusive, espera um aumento na produtividade de sua propriedade, que já produz cerca de 40 toneladas por ano em dois hectares.</p><h3>Um Futuro Sustentável para a Banana Capixaba</h3><p>Atualmente, a maior parte da produção de banana do Espírito Santo é consumida in natura, abastecendo mercados importantes em estados como Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. As variedades prata e outros tipos predominam nesse consumo.</p><p>Com a nova pesquisa, os frutos descartados no campo ganham mais um destino, e os produtores, mais uma opção de renda. Essa iniciativa representa um passo fundamental para um futuro mais sustentável para a agricultura capixaba, transformando um problema de desperdício em uma oportunidade de crescimento econômico e social.</p><p>A valorização do <b>amido de banana</b> não é apenas uma questão de sustentabilidade ambiental, mas também de empoderamento econômico para as comunidades rurais do Espírito Santo, provando que o que antes era lixo, pode se tornar um tesouro industrial.</p>"
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