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Petróleo dispara e passa de US$ 111 após Trump ameaçar Irã novamente | G1

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"title": "Petróleo Dispara Acima de US$ 111 Após Novas Ameaças de Trump ao Irã: Entenda o Impacto Global nos Mercados e a Pressão Inflacionária",
"subtitle": "A tensão geopolítica entre EUA e Irã eleva o barril de petróleo Brent a US$ 111,31, desencadeando temores de inflação e quedas nas bolsas mundiais.",
"content_html": "<h2>A tensão geopolítica entre EUA e Irã eleva o barril de petróleo Brent a US$ 111,31, desencadeando temores de inflação e quedas nas bolsas mundiais.</h2><p>Os preços do <b>petróleo</b> registraram uma forte alta nesta segunda-feira (18), impulsionados por um alerta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele afirmou que o "tempo está correndo" para Teerã, em um cenário de estagnação nas negociações entre os EUA e o Irã para um fim definitivo da guerra.</p><p>A escalada de preços reflete um crescente temor dos investidores diante das declarações de Trump, que ocorreram após uma ligação com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O mercado global de energia reage intensamente a cada novo desdobramento no Oriente Médio.</p><p>Conforme informações divulgadas pelo g1, o barril de petróleo Brent, referência internacional, atingiu US$ 111,31, enquanto o petróleo de referência nos EUA saltou para US$ 107,83, evidenciando uma disparada significativa em comparação aos valores anteriores ao conflito.</p><h3>Ameaças de Trump e o Estreito de Ormuz</h3><p>O <b>petróleo</b> Brent subiu 1,9%, chegando a US$ 111,31 por barril, o que representa cerca de R$ 563,76. Esse valor mostra uma alta considerável em relação ao final de fevereiro, período anterior ao início da guerra com o Irã, quando a commodity era negociada a aproximadamente US$ 70 o barril. Nos EUA, o petróleo de referência teve um salto ainda maior, de 2,3%, sendo cotado a US$ 107,83 por barril, cerca de R$ 546,13.</p><p>A declaração de Trump, publicada em uma rede social, alertou que o <b>Irã</b> deveria agir rapidamente "ou não sobrará nada deles". Essa fala acendeu um alerta nos mercados globais. Além disso, o Estreito de Ormuz permanece majoritariamente fechado, e os EUA impuseram, no mês passado, um bloqueio marítimo aos portos iranianos, intensificando a cautela sobre o fluxo global de energia.</p><p>O clima de tensão piorou no fim de semana, após um ataque de drone contra uma usina nuclear nos Emirados Árabes Unidos. Estrategistas de commodities do ING, Warren Patterson e Ewa Manthey, destacaram que "os riscos de uma nova escalada estão aumentando", citando a falta de resultados tangíveis sobre o conflito após a cúpula entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.</p><h3>Impacto nos Mercados Globais e Temores Inflacionários</h3><p>A alta nos custos de energia, impulsionada pelo <b>petróleo</b>, elevou as expectativas de avanço da inflação e provocou quedas nas bolsas globais. Na Ásia, a maioria das ações recuou. O Nikkei 225, de Tóquio, caiu 0,9%, para 60.843,09 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng perdeu 1,6%, atingindo 25.543,32 pontos.</p><p>A bolsa de Xangai (Composto) recuou 0,1%, também impactada por dados fracos do varejo chinês em abril. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 1,4%. Nos Estados Unidos, os contratos futuros recuaram mais de 0,6%, após os índices S&P 500 (-1,2%), Dow Jones (-1,1%) e Nasdaq (-1,5%) fecharem em queda na sexta-feira, conforme a Associated Press.</p><h3>Repercussões no Câmbio e Títulos Públicos</h3><p>A pressão inflacionária gerada pelo aumento do <b>preço do petróleo</b> também impulsionou o rendimento dos títulos públicos. O rendimento dos títulos de 10 anos do Tesouro dos EUA subiu para cerca de 4,63%, um patamar bem acima dos quase 4% registrados antes da guerra. Essa movimentação reflete a expectativa de que os bancos centrais possam precisar elevar as taxas de juros para conter a inflação.</p><p>No Japão, o rendimento dos títulos de 10 anos do governo saltou para 2,8%, atingindo o nível mais alto desde o final dos anos 1990. Esse aumento foi impulsionado tanto pelas expectativas de inflação quanto pela elevação gradual de juros por parte do Banco do Japão. No mercado de câmbio, o dólar americano se fortaleceu, subindo para 159,02 ienes japoneses, enquanto o euro operou em leve alta a US$ 1,1626.</p><h3>O Papel da China e as Perspectivas Futuras</h3><p>Embora a Casa Branca tenha afirmado que Donald <b>Trump</b> e Xi Jinping concordam que o Estreito de Ormuz deve ser reaberto, e que o presidente chinês sinalizou que a China "gostaria de ajudar", ainda não está claro como Pequim usará sua influência econômica com o <b>Irã</b>. A situação geopolítica permanece volátil, e a incerteza sobre a estabilidade do fornecimento de petróleo continua a ser um fator determinante para os mercados financeiros globais.</p><p>A comunidade internacional observa atentamente os próximos passos de todas as partes envolvidas, pois qualquer nova escalada na região pode ter consequências ainda mais drásticas para a economia mundial, especialmente no que tange aos preços do <b>petróleo</b> e à inflação. A estabilização do Oriente Médio é crucial para a recuperação econômica global.</p>"
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