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"title": "<b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> Regressa ao Brasil: SUV da GM Desafia BYD Yuan Plus com Preço Abaixo de R$ 200 Mil e Tecnologia Chinesa, Descubra se Vale a Pena!",
"subtitle": "<h2>O novo SUV 100% elétrico da General Motors, com assinatura chinesa, promete agitar o mercado ao ser mais acessível que seu principal rival, o BYD Yuan Plus.</h2>",
"content_html": "<p>A Chevrolet Captiva está de volta ao Brasil, mas de uma forma completamente diferente. Agora, o SUV chega em uma versão 100% elétrica, com um design que mescla influências ocidentais e chinesas, posicionando-se como um forte concorrente no crescente mercado de veículos elétricos.</p><p>Este lançamento representa a segunda investida da General Motors para enfrentar o avanço dos carros elétricos chineses no país, mirando diretamente em modelos como o BYD Yuan Plus, um dos elétricos mais vendidos no Brasil. A grande novidade é o preço: a nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> custa R$ 199.990, cerca de R$ 35 mil a menos que o rival chinês.</p><p>O g1 testou o veículo e destaca que, para quem busca tecnologia, conforto e espaço, a <b>Captiva Elétrica</b> apresenta poucos pontos negativos. No entanto, o desafio de conquistar uma fatia significativa do mercado, dominado pelos modelos chineses, será grande, conforme informação divulgada pelo g1.</p><h3>Design e Interior: A Fusão Cultural que Surpreende</h3><p>O visual da nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> bebe diretamente da fonte dos modelos chineses, incorporando uma cartilha de design já conhecida. Isso inclui iluminação diurna (DRL) bem destacada, faróis posicionados mais abaixo, lanternas e faróis estreitos, e um capô que desce até encontrar a entrada de ar, fechada por se tratar de um modelo elétrico.</p><p>Apesar da forte inspiração asiática, a Captiva consegue manter um "tempero" que não destoa totalmente dos outros modelos da Chevrolet. Na dianteira, por exemplo, o logo da marca está posicionado em uma peça plástica que remete à grade de um carro a combustão, mesmo sem uma entrada de ar funcional.</p><p>Já no interior, as transformações são ainda mais profundas, revelando a busca da Chevrolet por um público que valoriza a tecnologia. O ambiente é claramente mais moderno e minimalista, com poucos botões físicos, inclusive no volante, concentrando a maioria dos comandos na central multimídia.</p><p>A tela da central multimídia é um dos grandes destaques, com impressionantes 15,6 polegadas, superando o tamanho de muitos notebooks e de displays de concorrentes chineses. Nos testes do g1, a qualidade da câmera de 360 graus impressionou, com imagens claras que simulavam um drone sobrevoando o veículo, mesmo à noite.</p><p>Além da tecnologia, o conforto é inegável. O acabamento interno da <b>Captiva Elétrica</b> apresenta pouquíssimas áreas em plástico rígido, com superfícies de toque macio em diferentes tonalidades e texturas, e partes do painel que imitam metal e madeira. Esse nível de cuidado, segundo o g1, supera o Equinox a combustão e até a versão elétrica mais cara.</p><h3>Desempenho e Autonomia: Feita para a Família Moderna</h3><p>A nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> foi pensada para um público que busca conforto e espaço, não necessariamente desempenho esportivo. Com velocidade máxima de 150 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, o SUV oferece uma condução suave e adequada para o uso familiar.</p><p>A autonomia é um ponto crucial para carros elétricos, e a Captiva alcança 304 km com uma única carga. Questionado pelo g1 sobre a possibilidade de maior autonomia, o vice-presidente da General Motors Brasil, Fabio Rua, explicou que a arquitetura Ultium da Chevrolet poderia oferecer mais, mas o objetivo da Captiva foi entregar uma opção de custo mais acessível.</p><p>A Chevrolet também realizou ajustes específicos para o mercado brasileiro, principalmente na suspensão, que agora remete ao acerto mais firme presente em outros SUVs da marca, como Tracker e Equinox. A direção, bastante leve, facilita as manobras tanto em baixa quanto em alta velocidade, mantendo a sensação de controle.</p><h3>Espaço e Conforto: Crescimento Inteligente</h3><p>A nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> cresceu significativamente em comparação com a última versão vendida no Brasil. Ela é 26,9 centímetros mais longa e ganhou 10 centímetros no entre-eixos, resultando em um porta-malas de 403 litros, contra os 383 litros anteriores.</p><p>O espaço interno é amplo o suficiente para que cinco pessoas viajem com conforto, sem o desconforto de encostar os joelhos no banco da frente. Seu comprimento, próximo aos 4,77 metros do Jeep Commander e 4,79 metros do Toyota SW4, é notável, especialmente considerando que a Captiva mantém a configuração de cinco lugares, priorizando o espaço individual.</p><p>Esse bom aproveitamento interno, favorecido pelo menor espaço ocupado pelo conjunto elétrico, faz com que a <b>Captiva Elétrica</b> seja apenas três centímetros mais curta que o Jeep Commander, mas sem transmitir a sensação de "ônibus" que o rival americano costuma passar.</p><h3>Para Quem é a Nova Captiva Elétrica?</h3><p>A <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> se destina a um público diferente do modelo a combustão do passado. Ela é ideal para quem já não é solteiro, tem filhos e costuma viajar, precisando de espaço e conforto. Se o consumidor também valoriza tecnologia e um visual moderno, a Captiva se equipara aos modelos chineses, com o diferencial da tradição da marca Chevrolet no Brasil.</p><p>No entanto, a Captiva pode não ser a melhor opção para quem não consegue recarregar o carro em casa ou vive fora dos grandes centros urbanos. Apesar do Brasil contar com 16.880 pontos de recarga, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a maioria deles está concentrada nas capitais.</p><p>São Paulo lidera com 2.116 eletropostos, seguido por Rio de Janeiro (963), Brasília (631) e Curitiba (445). Campinas, a única cidade não-capital na lista principal, concentra apenas 1% de todos os eletropostos do país. Essa concentração pode ser um fator limitante para alguns usuários.</p><p>Apesar do preço inicial atrativo, é importante estar atento a possíveis reajustes. O Chevrolet Spark EUV, que estreou em situação semelhante ao ser comparado ao BYD Dolphin, já passou por aumentos e hoje custa R$ 19.990 a mais que seu rival. A relação de preço da <b>Captiva Elétrica</b> com o BYD Yuan Plus, portanto, pode mudar no futuro.</p>"
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"title": "<b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> Regressa ao Brasil: SUV da GM Desafia BYD Yuan Plus com Preço Abaixo de R$ 200 Mil e Tecnologia Chinesa, Descubra se Vale a Pena!",
"subtitle": "<h2>O novo SUV 100% elétrico da General Motors, com assinatura chinesa, promete agitar o mercado ao ser mais acessível que seu principal rival, o BYD Yuan Plus.</h2>",
"content_html": "<p>A Chevrolet Captiva está de volta ao Brasil, mas de uma forma completamente diferente. Agora, o SUV chega em uma versão 100% elétrica, com um design que mescla influências ocidentais e chinesas, posicionando-se como um forte concorrente no crescente mercado de veículos elétricos.</p><p>Este lançamento representa a segunda investida da General Motors para enfrentar o avanço dos carros elétricos chineses no país, mirando diretamente em modelos como o BYD Yuan Plus, um dos elétricos mais vendidos no Brasil. A grande novidade é o preço: a nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> custa R$ 199.990, cerca de R$ 35 mil a menos que o rival chinês.</p><p>O g1 testou o veículo e destaca que, para quem busca tecnologia, conforto e espaço, a <b>Captiva Elétrica</b> apresenta poucos pontos negativos. No entanto, o desafio de conquistar uma fatia significativa do mercado, dominado pelos modelos chineses, será grande, conforme informação divulgada pelo g1.</p><h3>Design e Interior: A Fusão Cultural que Surpreende</h3><p>O visual da nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> bebe diretamente da fonte dos modelos chineses, incorporando uma cartilha de design já conhecida. Isso inclui iluminação diurna (DRL) bem destacada, faróis posicionados mais abaixo, lanternas e faróis estreitos, e um capô que desce até encontrar a entrada de ar, fechada por se tratar de um modelo elétrico.</p><p>Apesar da forte inspiração asiática, a Captiva consegue manter um "tempero" que não destoa totalmente dos outros modelos da Chevrolet. Na dianteira, por exemplo, o logo da marca está posicionado em uma peça plástica que remete à grade de um carro a combustão, mesmo sem uma entrada de ar funcional.</p><p>Já no interior, as transformações são ainda mais profundas, revelando a busca da Chevrolet por um público que valoriza a tecnologia. O ambiente é claramente mais moderno e minimalista, com poucos botões físicos, inclusive no volante, concentrando a maioria dos comandos na central multimídia.</p><p>A tela da central multimídia é um dos grandes destaques, com impressionantes 15,6 polegadas, superando o tamanho de muitos notebooks e de displays de concorrentes chineses. Nos testes do g1, a qualidade da câmera de 360 graus impressionou, com imagens claras que simulavam um drone sobrevoando o veículo, mesmo à noite.</p><p>Além da tecnologia, o conforto é inegável. O acabamento interno da <b>Captiva Elétrica</b> apresenta pouquíssimas áreas em plástico rígido, com superfícies de toque macio em diferentes tonalidades e texturas, e partes do painel que imitam metal e madeira. Esse nível de cuidado, segundo o g1, supera o Equinox a combustão e até a versão elétrica mais cara.</p><h3>Desempenho e Autonomia: Feita para a Família Moderna</h3><p>A nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> foi pensada para um público que busca conforto e espaço, não necessariamente desempenho esportivo. Com velocidade máxima de 150 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos, o SUV oferece uma condução suave e adequada para o uso familiar.</p><p>A autonomia é um ponto crucial para carros elétricos, e a Captiva alcança 304 km com uma única carga. Questionado pelo g1 sobre a possibilidade de maior autonomia, o vice-presidente da General Motors Brasil, Fabio Rua, explicou que a arquitetura Ultium da Chevrolet poderia oferecer mais, mas o objetivo da Captiva foi entregar uma opção de custo mais acessível.</p><p>A Chevrolet também realizou ajustes específicos para o mercado brasileiro, principalmente na suspensão, que agora remete ao acerto mais firme presente em outros SUVs da marca, como Tracker e Equinox. A direção, bastante leve, facilita as manobras tanto em baixa quanto em alta velocidade, mantendo a sensação de controle.</p><h3>Espaço e Conforto: Crescimento Inteligente</h3><p>A nova <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> cresceu significativamente em comparação com a última versão vendida no Brasil. Ela é 26,9 centímetros mais longa e ganhou 10 centímetros no entre-eixos, resultando em um porta-malas de 403 litros, contra os 383 litros anteriores.</p><p>O espaço interno é amplo o suficiente para que cinco pessoas viajem com conforto, sem o desconforto de encostar os joelhos no banco da frente. Seu comprimento, próximo aos 4,77 metros do Jeep Commander e 4,79 metros do Toyota SW4, é notável, especialmente considerando que a Captiva mantém a configuração de cinco lugares, priorizando o espaço individual.</p><p>Esse bom aproveitamento interno, favorecido pelo menor espaço ocupado pelo conjunto elétrico, faz com que a <b>Captiva Elétrica</b> seja apenas três centímetros mais curta que o Jeep Commander, mas sem transmitir a sensação de "ônibus" que o rival americano costuma passar.</p><h3>Para Quem é a Nova Captiva Elétrica?</h3><p>A <b>Chevrolet Captiva Elétrica</b> se destina a um público diferente do modelo a combustão do passado. Ela é ideal para quem já não é solteiro, tem filhos e costuma viajar, precisando de espaço e conforto. Se o consumidor também valoriza tecnologia e um visual moderno, a Captiva se equipara aos modelos chineses, com o diferencial da tradição da marca Chevrolet no Brasil.</p><p>No entanto, a Captiva pode não ser a melhor opção para quem não consegue recarregar o carro em casa ou vive fora dos grandes centros urbanos. Apesar do Brasil contar com 16.880 pontos de recarga, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a maioria deles está concentrada nas capitais.</p><p>São Paulo lidera com 2.116 eletropostos, seguido por Rio de Janeiro (963), Brasília (631) e Curitiba (445). Campinas, a única cidade não-capital na lista principal, concentra apenas 1% de todos os eletropostos do país. Essa concentração pode ser um fator limitante para alguns usuários.</p><p>Apesar do preço inicial atrativo, é importante estar atento a possíveis reajustes. O Chevrolet Spark EUV, que estreou em situação semelhante ao ser comparado ao BYD Dolphin, já passou por aumentos e hoje custa R$ 19.990 a mais que seu rival. A relação de preço da <b>Captiva Elétrica</b> com o BYD Yuan Plus, portanto, pode mudar no futuro.</p>"
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