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EUA Concluem Devolução de US$ 200 Milhões à Venezuela Após Captura de Maduro, Finalizando Venda de Petróleo Gerenciada por Trump para Ajuda Humanitária

A segunda e última parcela da primeira venda de petróleo venezuelano, intermediada pelo governo Trump após a captura de Nicolás Maduro, foi finalmente entregue, com os EUA supervisionando a destinação dos recursos para o benefício do povo.

Os Estados Unidos confirmaram o pagamento da segunda parcela, no valor de US$ 200 milhões, referente à primeira venda de petróleo venezuelano. Esta transação, que totaliza US$ 500 milhões, foi intermediada pelo governo Trump após um episódio marcante na política externa.

O montante final complementa os US$ 300 milhões já pagos anteriormente, completando a primeira grande operação de venda de petróleo desde a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em uma operação militar dos EUA realizada em 3 de janeiro.

Um funcionário do governo norte-americano, em declarações à agência de notícias Reuters nesta terça-feira, 3 de março, informou sobre o repasse dos US$ 200 milhões. Ele enfatizou que o dinheiro será “distribuído em benefício do povo venezuelano, a critério do governo dos EUA”, conforme informação divulgada pelo g1.

O Acordo e a Captura de Maduro: Um Cenário Complexo

O acordo para a venda do petróleo venezuelano foi concretizado em um período de grande tensão, logo após a captura de Nicolás Maduro. Essa operação militar, liderada pelos Estados Unidos em janeiro, alterou significativamente o panorama político da Venezuela.

Posteriormente ao ataque, o então presidente Trump anunciou que o governo interino da Venezuela havia concordado em fornecer entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de “alta qualidade” aos Estados Unidos, marcando um novo capítulo nas relações bilaterais.

A gestão desses recursos se tornou um ponto central. O próprio Trump havia declarado que o dinheiro proveniente das vendas ficaria sob sua responsabilidade, garantindo que os fundos fossem utilizados “em benefício do povo da Venezuela e dos EUA”.

O Papel dos EUA na Gestão dos Recursos e Estabilização

A intervenção dos Estados Unidos na venda e gerenciamento do petróleo venezuelano reflete uma estratégia mais ampla. O objetivo, segundo as autoridades americanas, é buscar a estabilização do país sul-americano em meio a uma profunda crise.

Em depoimento ao Senado norte-americano na última semana, o secretário de Estado, Marco Rubio, detalhou o envolvimento americano. Ele descreveu a ação como um esforço de curto prazo, focado em estabilizar a nação, manter o funcionamento do governo e oferecer auxílio direto à população.

Rubio explicou a lógica por trás dessa política: “Em essência, permitimos que a Venezuela usasse seu próprio petróleo para gerar receita para pagar professores, bombeiros e policiais e manter o funcionamento do governo, para que não tivéssemos um colapso sistêmico”.

Detalhes do Pagamento e Próximos Passos

A primeira parcela do pagamento, no valor de US$ 300 milhões, foi efetuada no final de janeiro. Naquela ocasião, Marco Rubio havia informado que a quantia restante estava “parada em uma conta”, aguardando a liberação final.

Agora, com o repasse dos US$ 200 milhões adicionais, a Venezuela recebeu oficialmente os US$ 500 milhões da primeira venda de petróleo intermediada pelos EUA. A expectativa é que esses fundos sejam direcionados para mitigar a crise humanitária e apoiar serviços essenciais.

A forma como o dinheiro será efetivamente distribuído e os projetos que receberão esses recursos permanecem sob a supervisão do governo dos Estados Unidos, que tem a prerrogativa de definir os critérios para o benefício do povo venezuelano.

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