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Plataforma do governo vai permitir consulta ao cashback da reforma tributária; entenda | G1

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"title": "<b>Reforma Tributária</b>: Governo Federal lança plataforma para consultar <b>Cashback</b>; descubra como famílias de baixa renda vão recuperar parte dos impostos pagos e simular benefícios",
"subtitle": "A nova ferramenta digital do governo federal, já em fase de testes, detalha o funcionamento do aguardado mecanismo de devolução de tributos para milhões de brasileiros, prometendo mais transparência no sistema.",
"content_html": "<h2>A nova ferramenta digital do governo federal, já em fase de testes, detalha o funcionamento do aguardado mecanismo de devolução de tributos para milhões de brasileiros, prometendo mais transparência no sistema.</h2><p>O governo federal deu um passo importante na implementação da reforma tributária ao lançar uma plataforma digital inovadora. Esta ferramenta permitirá que cidadãos e empresas acompanhem, simulem e testem as novas regras dos impostos sobre o consumo.</p><p>Um dos destaques mais esperados é a funcionalidade de consulta e simulação do <b>cashback da reforma tributária</b>. Este mecanismo essencial prevê a devolução de parte dos tributos pagos, especialmente para famílias de baixa renda, impactando diretamente o orçamento dessas casas.</p><p>A plataforma, que ainda não está em plena operação, já pode ser acessada pelo portal gov.br, marcando o início da estratégia de transição para o novo modelo tributário, que entrará em vigor efetivamente em 2027, conforme informações divulgadas pelo g1.</p><h3>O Acompanhamento dos Novos Impostos</h3><p>Lançada oficialmente nesta semana, a plataforma funcionará como um ambiente de testes e simulações ao longo de 2026. Durante este período, não haverá cobrança efetiva dos novos tributos, permitindo que todos se familiarizem com o sistema.</p><p>Por meio desta ferramenta, será possível simular o pagamento de tributos, fazer pedidos de ressarcimento e acompanhar, em tempo real, os valores a pagar e os créditos a receber. Além disso, a simulação do <b>cashback da reforma tributária</b> para quem tiver direito será uma funcionalidade crucial.</p><p>A simulação abrange todo o processo, desde a emissão do documento fiscal, utilizando um software da Receita Federal, até o cálculo detalhado do imposto. Isso garante uma visão completa de como as novas regras impactarão diferentes transações.</p><p>Neste primeiro momento, a plataforma é principalmente voltada para empresas, contribuintes com CNPJ e profissionais da área contábil que emitem nota fiscal. O acesso é feito de forma segura e prática pelo gov.br.</p><p>Contudo, pessoas físicas também poderão se cadastrar para consultar notas fiscais emitidas em seus CPFs. Essa funcionalidade será de grande relevância para o acompanhamento futuro do <b>cashback da reforma tributária</b>, permitindo que os beneficiários monitorem seus direitos.</p><p>Segundo a Receita Federal, o sistema já está em operação. Juliano Neves, subsecretário de Gestão Corporativa da Receita, afirmou que a plataforma está funcional e já processa dados de documentos fiscais recebidos na última semana, reiterando o ano de testes sem efeito tributário.</p><h3>Comitê Gestor do IBS e os Novos Tributos</h3><p>O lançamento da plataforma ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar, com vetos, a lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Este novo imposto substituirá tributos estaduais e municipais, como o ICMS e o ISS.</p><p>O comitê será o responsável por administrar, fiscalizar e coordenar a operacionalização do IBS. De acordo com o governo, a União, os estados e os municípios atuarão de forma integrada na gestão deste imposto, buscando maior eficiência e simplificação.</p><p>A reforma tributária estabelece a criação de dois novos impostos que substituirão cinco tributos atuais: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.</p><p>Além desses, a reforma também institui o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Esta medida visa desestimular o consumo de itens que geram externalidades negativas para a sociedade.</p><h3>Como o Cashback da Reforma Tributária Vai Funcionar?</h3><p>O <b>cashback da reforma tributária</b> é um dos pontos mais importantes para a população de baixa renda. Ele prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com o benefício entrando em vigor em janeiro de 2027.</p><p>Existem dois formatos previstos para o <b>cashback</b>. O primeiro é o <b>Cashback Desconto</b>, aplicado diretamente em contas de serviços essenciais, como água, gás encanado e energia elétrica. Nesse modelo, o desconto já vem embutido na fatura, simplificando o processo para o consumidor.</p><p>Rodrigo Orair, assessor da Secretaria Executiva da Reforma Tributária, explica que “não é exatamente uma devolução. O imposto é calculado, mas o valor correspondente ao cashback é abatido automaticamente”, garantindo que o benefício seja imediato e perceptível nas contas.</p><p>O segundo formato é o <b>Cashback Devolução</b>. Neste modelo, a família se identifica pelo CPF na compra, por exemplo, em supermercados ou farmácias, e recebe posteriormente a devolução de parte do imposto pago. Isso incentiva a formalização das compras.</p><p>Segundo a lei, a devolução mínima será de 20% do valor da CBS paga, percentual que pode ser ampliado por decisão do governo. O crédito será feito de forma segura em uma conta na Caixa Econômica Federal, facilitando o acesso ao benefício.</p><h3>A Longa Transição para o Novo Modelo</h3><p>Embora a reforma tributária comece a funcionar de forma plena em 2027, a transição do sistema antigo para o novo será um processo gradual. Essa fase de adaptação deve durar cinco anos, estendendo-se até 2032, para garantir uma implementação suave e eficiente.</p><p>De acordo com o Serpro, empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma, a expectativa é que o sistema monitore cerca de 500 bilhões de eventos fiscais e financeiros já no primeiro ano de operação efetiva, em 2027. Isso demonstra a complexidade e a escala do novo modelo tributário.</p>"
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"title": "<b>Reforma Tributária</b>: Governo Federal lança plataforma para consultar <b>Cashback</b>; descubra como famílias de baixa renda vão recuperar parte dos impostos pagos e simular benefícios",
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"content_html": "<h2>A nova ferramenta digital do governo federal, já em fase de testes, detalha o funcionamento do aguardado mecanismo de devolução de tributos para milhões de brasileiros, prometendo mais transparência no sistema.</h2><p>O governo federal deu um passo importante na implementação da reforma tributária ao lançar uma plataforma digital inovadora. Esta ferramenta permitirá que cidadãos e empresas acompanhem, simulem e testem as novas regras dos impostos sobre o consumo.</p><p>Um dos destaques mais esperados é a funcionalidade de consulta e simulação do <b>cashback da reforma tributária</b>. Este mecanismo essencial prevê a devolução de parte dos tributos pagos, especialmente para famílias de baixa renda.</p><p>A iniciativa impactará diretamente o orçamento dessas casas, oferecendo um alívio financeiro significativo. A plataforma, que ainda não está em plena operação, já pode ser acessada pelo portal gov.br.</p><p>Ela marca o início da estratégia de transição para o novo modelo tributário, que entrará em vigor efetivamente em 2027, conforme informações divulgadas pelo g1.</p><h3>O Acompanhamento dos Novos Impostos</h3><p>Lançada oficialmente nesta semana, a plataforma funcionará como um ambiente de testes e simulações ao longo de 2026. Durante este período, não haverá cobrança efetiva dos novos tributos, permitindo que todos se familiarizem com o sistema.</p><p>Por meio desta ferramenta, será possível simular o pagamento de tributos, fazer pedidos de ressarcimento e acompanhar, em tempo real, os valores a pagar e os créditos a receber. É uma forma de antecipar os impactos da mudança.</p><p>Além disso, a simulação do <b>cashback da reforma tributária</b> para quem tiver direito será uma funcionalidade crucial. Isso garante uma visão completa de como as novas regras impactarão diferentes transações e o bolso do cidadão.</p><p>A simulação abrange todo o processo, desde a emissão do documento fiscal, utilizando um software da Receita Federal, até o cálculo detalhado do imposto. Assim, usuários podem entender cada etapa do novo modelo.</p><p>Neste primeiro momento, a plataforma é principalmente voltada para empresas, contribuintes com CNPJ e profissionais da área contábil que emitem nota fiscal. O acesso é feito de forma segura e prática pelo gov.br.</p><p>Contudo, pessoas físicas também poderão se cadastrar para consultar notas fiscais emitidas em seus CPFs. Essa funcionalidade será de grande relevância para o acompanhamento futuro do <b>cashback da reforma tributária</b>, permitindo que os beneficiários monitorem seus direitos.</p><p>Segundo a Receita Federal, o sistema já está em operação. Juliano Neves, subsecretário de Gestão Corporativa da Receita, afirmou que a plataforma está funcional e já processa dados de documentos fiscais recebidos na última semana.</p><p>Ele reiterou que este é um ano de testes, sem efeito tributário, o que permite ajustes e melhorias antes da implementação definitiva.</p><h3>Comitê Gestor do IBS e os Novos Tributos</h3><p>O lançamento da plataforma ocorre após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar, com vetos, a lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Este novo imposto substituirá tributos estaduais e municipais, como o ICMS e o ISS.</p><p>O comitê será o responsável por administrar, fiscalizar e coordenar a operacionalização do IBS. De acordo com o governo, a União, os estados e os municípios atuarão de forma integrada na gestão deste imposto, buscando maior eficiência e simplificação.</p><p>A reforma tributária estabelece a criação de dois novos impostos que substituirão cinco tributos atuais: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.</p><p>Além desses, a reforma também institui o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos e serviços considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Esta medida visa desestimular o consumo de itens que geram externalidades negativas para a sociedade.</p><h3>Como o Cashback da Reforma Tributária Vai Funcionar?</h3><p>O <b>cashback da reforma tributária</b> é um dos pontos mais importantes para a população de baixa renda. Ele prevê a devolução de parte dos impostos pagos por famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com o benefício entrando em vigor em janeiro de 2027.</p><p>Existem dois formatos previstos para o <b>cashback</b>. O primeiro é o <b>Cashback Desconto</b>, aplicado diretamente em contas de serviços essenciais, como água, gás encanado e energia elétrica.</p><p>Nesse modelo, o desconto já vem embutido na fatura, simplificando o processo para o consumidor. Rodrigo Orair, assessor da Secretaria Executiva da Reforma Tributária, explica este mecanismo.</p><p>Segundo Orair, “não é exatamente uma devolução. O imposto é calculado, mas o valor correspondente ao cashback é abatido automaticamente”, garantindo que o benefício seja imediato e perceptível nas contas.</p><p>O segundo formato é o <b>Cashback Devolução</b>. Neste modelo, a família se identifica pelo CPF na compra, por exemplo, em supermercados ou farmácias, e recebe posteriormente a devolução de parte do imposto pago.</p><p>Isso incentiva a formalização das compras, contribuindo para a transparência fiscal. Segundo a lei, a devolução mínima será de 20% do valor da CBS paga, percentual que pode ser ampliado por decisão do governo.</p><p>O crédito será feito de forma segura em uma conta na Caixa Econômica Federal, facilitando o acesso ao benefício para as famílias elegíveis.</p><h3>A Longa Transição para o Novo Modelo</h3><p>Embora a reforma tributária comece a funcionar de forma plena em 2027, a transição do sistema antigo para o novo será um processo gradual. Essa fase de adaptação deve durar cinco anos, estendendo-se até 2032, para garantir uma implementação suave e eficiente.</p><p>De acordo com o Serpro, empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma, a expectativa é que o sistema monitore cerca de 500 bilhões de eventos fiscais e financeiros já no primeiro ano de operação efetiva, em 2027.</p><p>Este volume de dados demonstra a complexidade e a escala do novo modelo tributário, exigindo um sistema robusto e confiável para gerenciar todas as transações e garantir a aplicação correta dos benefícios.</p>"
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