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Ibovespa sobe 31,82% em 2025, renova máxima histórica e mira 160 mil pontos com Selic em queda e apoio de bancos, Vale e demanda doméstica

Fechamento em 158.554 pontos, toque intradia em 158.713, e expectativa de corte da Selic no início de 2026 alimentam novo rali do Ibovespa

O índice fechou em um patamar recorde depois de um pregão amplamente positivo, com destaque para bancos, Vale e ações ligadas ao consumo doméstico.

O movimento foi favorecido por um IPCA-15 mais brando, o que reforçou apostas em cortes da Selic, e por dados de emprego fracos nos EUA, que aumentaram expectativas de afrouxamento pelo Federal Reserve.

Com giro financeiro robusto, o avanço no ano coloca a Bolsa brasileira entre os maiores destaques globais, mesmo com sinais de sobrecompra no curto prazo.

conforme informação divulgada pelo InfoMoney, por Rodrigo Paz.

O que aconteceu no pregão

O Ibovespa avançou 1,70% na sessão e fechou aos 158.554 pontos, depois de tocar 158.713 pontos no intradia. O pregão foi liderado por bancos, Vale e ações ligadas à economia doméstica, enquanto alguns papéis, como Hapvida, caíram e Petrobras ficou levemente negativa.

O mercado interpretou o IPCA-15 benigno como um sinal de que a Selic pode começar a cair no início de 2026, enquanto a piora nos números de emprego nos EUA elevou as apostas em cortes adicionais do Fed.

Desempenho e números-chave

O giro financeiro foi de R$ 26,8 bilhões. No acumulado, o índice registra alta de 2,45% na semana, 6,03% em novembro, caminhando para o quarto mês seguido de ganhos, e 31,82% em 2025, consolidando a Bolsa entre os destaques do ano.

No aspecto técnico, o Ibovespa opera em região de sobrecompra, com o IFR (14) em 74,52 no diário e 72,40 no semanal, o que não descarta uma correção técnica, apesar da tendência altista bem estruturada.

Análise técnica e próximos alvos

Segundo a leitura técnica citada na fonte, o rompimento recente da máxima histórica confirma o controle comprador no curto prazo. Caso o movimento positivo siga, alvos projetados incluem 160.251, 161.761, 163.696 e, em extensão, 166.775 pontos, níveis que podem funcionar como regiões de realização.

Para o gráfico semanal, a continuidade da alta dependeria de fechamentos acima da máxima em 158.713 pontos, abrindo espaço para objetivos em 160.000, 161.730, 163.520 e 165.310 pontos, com um cenário mais estendido apontando até 171.000 pontos.

Riscos, suportes e o que observar

O afastamento das médias móveis e o IFR elevado aumentam a chance de uma correção técnica, que seria saudável para sustentar o rali. No curto prazo, suportes importantes citados incluem 155.910, 153.570, 152.367, 147.578, 143.391 e 140.231 pontos, com extensão até a média de 200 períodos em 137.840 pontos.

Na hipótese de reversão no médio prazo, a perda da mínima semanal em 154.529 pontos abriria espaço para correções rumo a níveis como 147.578, 140.231, 131.550 e 122.529 pontos, áreas que historicamente atraem compras.

Investidores devem acompanhar indicadores de inflação doméstica, decisões de política monetária, e dados de emprego nos EUA, pois esses fatores seguem sendo determinantes para o fluxo internacional e para o apetite por risco na Bolsa brasileira.

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